sexta-feira, 16 de março de 2012

PORTFOLIO

PRIMEIRA SEMANA
Diante da leitura das matérias, pude perceber que a disciplina serve de embasamento teórico e metodológico da atuação docente. Garantir a qualidade do docente que venha a superar a atual situação da Educação, essa superação viabiliza-se quando o profissional porta-se como pesquisador de sua própria prática. O processo de ensino-aprendizagem, domínio de um saber acumulado em sua área de formação, o desenvolvimento de um conjunto de habilidades e competências específicas para saber ensinar esse mesmo conteúdo.
Ensinar não é transferir conhecimento :Paulo freire salienta da importância do professor, criar as possibilidades para a produção ou construção do conhecimento pelos alunos (as), num processo em que o professor e o aluno não se reduzem à condição de objeto um do outro. Despertando para curiosidade, capacidade crítica do educando auxiliando-o a tornar-se criador, investigador, inquieto, rigorosamente curioso, humilde e persistente. Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível. Para mudarmos, devemos ser esperançosos, ou seja, ter esperança de que podemos ensinar e produzir junto com os nossos alunos para resistir aos obstáculos a nossa alegria. Mas para cobrar e lutar ideologicamente por mudanças e respeito profissional, o educador não pode ver a prática educativa como algo sem importância.
SEGUNDA SEMANA
TEORIAS PEDAGOGICAS
Quando intentamos educar pessoas é efetivar práticas pedagógicas que irão constituir sujeitos e identidades. Talvez a ressonância mais problemática disso se dê na sala de aula, onde decisões precisam ser tomadas e ações imediatas e pontuais precisam ser efetivadas visando promover mudanças qualitativas no desenvolvimento e na aprendizagem dos sujeitos.
Segundo LIBÂNEO (1990), a pedagogia liberal sustenta a idéia de que a escola tem por função preparar os indivíduos para o desempenho de papéis sociais, de acordo com as aptidões individuais. Isso pressupõe que o indivíduo precisa adaptar-se aos valores e normas vigentes na sociedade de classe, através do desenvolvimento da cultura individual. Devido a essa ênfase no aspecto cultural, as diferenças entre as classes sociais não são consideradas, pois, embora a escola passe a difundir a idéia de igualdade de oportunidades, não leva em conta a desigualdade de condições.
Trata-se de proporcionar-lhe o saber e o saber-fazer críticos como pré-condição para sua participação em outras instâncias na vida social, inclusive para melhoria de suas condições de vida.,a fim de que ele consiga dar um salto qualitativo do senso-comum para o conhecimento científico.
É possível constatar que a escola é uma das possíveis mediadoras no processo de transformação social. Contudo, a transformação escolar não se desvincula, segundo Libâneo, da “análise interna”, (didática, metodológica).Nesse sentido, a instituição escolar pode ser uma potencializadora para as mudanças na sociedade brasileira desde que os projetos públicos, como a Escola da Família, consigam unir os saberes sistematizados e os não-sistematizados.

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